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Melzinho do Amor: conheça a substância e seus perigos

Na última semana, uma influenciadora digital chamou a atenção para uma substância conhecida como 'Melzinho do Amor' ao reunir críticas após compartilhar um vídeo onde, aparentemente, ela fazia com que seus amigos o ingerissem sem consentimento. No entanto, posteriormente, ela afirmou que tudo não passava de uma brincadeira. Com isso, o assuntou ganhou repercussão e

Saúde Publicado em 22/Dez/2023 2 min de leitura
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Leitura em voz inativa.

Na última semana, uma influenciadora digital chamou a atenção para uma substância conhecida como ‘Melzinho do Amor’ ao reunir críticas após compartilhar um vídeo onde, aparentemente, ela fazia com que seus amigos o ingerissem sem consentimento. No entanto, posteriormente, ela afirmou que tudo não passava de uma brincadeira.

Com isso, o assuntou ganhou repercussão e dúvidas sobre o tal “melzinho do amor” surgiram. Reconhecido como um estimulante sexual, mas sua composição é alvo de desconfiança das autoridades de saúde devido à falta de transparência. Embalado como um produto 100% natural, com ingredientes como café, extrato de caviar, canela e “mel da montanha,” análises da Unicamp revelaram a presença de substâncias semelhantes às do Viagra, medicamento para disfunção erétil, que requer prescrição médica.

A Anvisa proibiu a comercialização do “melzinho,” alegando falta de clareza sobre sua composição e a presença de doses não confiáveis de sildenafila, componente do Viagra. Apesar disso, os sachês continuam sendo vendidos online e em comércios populares, desconsiderando os riscos à saúde.

O uso não regulamentado do produto pode levar ao priapismo prolongado em homens, uma condição dolorosa e potencialmente necrótica para o pênis. Mulheres também enfrentam riscos, como a dilatação dos vasos sanguíneos, podendo causar calor excessivo. A interação com medicamentos para problemas cardíacos pode ser fatal, tornando crucial evitar produtos não regulamentados pelos órgãos competentes.

A Anvisa destaca os perigos associados ao “melzinho do amor,” ressaltando a importância de evitar seu uso sem prescrição médica. A falta de regulamentação e a presença de substâncias perigosas tornam esses produtos uma ameaça à saúde, exigindo maior conscientização sobre os riscos envolvidos. As informações são do portal Viva Bem, do UOL. 

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