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Dia das Mães: qual a ciência por trás do vínculo mãe-filho?

A conexão entre mães e filhos é tão profunda que parece transcender a compreensão. No entanto, para os cientistas, essa ligação é explicável por meio de processos biológicos e emocionais. A conexão entre mãe e filho começa durante a gravidez, com o compartilhamento de células entre os dois organismos, e continua após o nascimento, com

Saúde Publicado em 10/Mai/2024 1 min de leitura
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A conexão entre mães e filhos é tão profunda que parece transcender a compreensão. No entanto, para os cientistas, essa ligação é explicável por meio de processos biológicos e emocionais.

A conexão entre mãe e filho começa durante a gravidez, com o compartilhamento de células entre os dois organismos, e continua após o nascimento, com mudanças no processamento emocional do cérebro materno, fortalecendo ainda mais o laço afetivo.

Pesquisadores do MIT capturaram, pela primeira vez, o amor entre mãe e filho usando ressonância magnética, observando como o cérebro do bebê reage a um beijo materno, liberando hormônios ligados ao bem-estar e ao apego.

Estudos mostram que a relação entre mãe e filho é influenciada por hormônios como ocitocina e prolactina, responsáveis pelo amor e pelo instinto protetor, além de estimular a produção de leite e a contração uterina.

O contato físico entre mãe e filho ativa o circuito de recompensa no cérebro, liberando neurotransmissores que causam sensações de conforto e bem-estar, fortalecendo o vínculo emocional. As informações são da Revista Crescer.

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